🃏 Tarot: entre mistério, estigma e consciência — uma jornada de autoconhecimento

O tarot é, antes de tudo, uma ferramenta de reflexão. Ao contrário do que muitos pensam, não se trata apenas de prever o futuro, mas de criar um espaço de análise, clareza e autoconhecimento. Cada carta apresenta conteúdos que podem ser interpretados de acordo com o momento de vida do consulente, funcionando como um recurso de investigação interior e de orientação prática.

Sua origem ainda é motivo de debates. Há correntes que defendem uma ligação com o Egito Antigo, onde imagens e símbolos eram usados como instrumentos de aprendizado espiritual e transmissão de conhecimento. Já registros documentados situam o surgimento do tarot na Europa do século XV, especialmente na Itália, onde inicialmente era utilizado como um jogo de cartas para entretenimento. Foi somente a partir do século XVIII que ganhou conotação mística e passou a ser estudado como recurso esotérico e de consulta.

Apesar de sua expansão, o tarot enfrentou resistência. Muitas vezes visto como algo perigoso ou ligado a práticas proibidas, sofreu com perseguições religiosas e sociais, sendo associado à bruxaria e a superstições. Essa carga de preconceito ainda acompanha a prática em diversos contextos, embora seu reconhecimento como recurso terapêutico e psicológico tenha crescido significativamente ao longo do tempo.

No século XX, o interesse pelo tarot foi ampliado quando estudiosos como Carl Gustav Jung o relacionaram à psicologia analítica. Jung enxergava nas cartas a representação de arquétipos — imagens universais que habitam o inconsciente coletivo. Nesse contexto, o tarot deixou de ser apenas um recurso místico e passou a ser visto como uma ferramenta para acessar conteúdos internos, compreender padrões de comportamento e estimular o autoconhecimento.

Hoje, o tarot é utilizado de diversas formas: em consultas espirituais, como apoio terapêutico, em práticas de meditação e até mesmo como recurso acadêmico para compreender narrativas e símbolos culturais. Essa multiplicidade mostra que ele não se limita a um único campo, mas se adapta às necessidades e à busca de quem o procura.

Este artigo tem como objetivo apresentar um panorama sobre a origem e evolução do tarot, suas dificuldades diante da discriminação, sua integração à psicanálise e sua aplicação no mundo contemporâneo. Ao final, compartilho também minha própria trajetória com o tarot, marcada por mais de uma década de estudo e prática.


As origens do tarot — entre mito e história

Falar sobre a origem do tarot é abrir espaço para duas narrativas que caminham lado a lado: a história documentada e o mito que a acompanha. De um lado, registros apontam para seu surgimento na Europa do século XV; de outro, há quem defenda que suas raízes remontam ao Egito Antigo, onde símbolos e imagens eram usados em rituais e como instrumentos de aprendizado espiritual.

A hipótese egípcia ganhou força no século XVIII, com Antoine Court de Gébelin, um estudioso francês que acreditava que as cartas do tarot guardavam fragmentos de uma sabedoria ancestral perdida. Para ele, as figuras representavam conceitos espirituais codificados por sacerdotes egípcios e transmitidos através dos séculos. Embora não existam provas arqueológicas que confirmem essa teoria, ela foi decisiva para que o tarot fosse associado a práticas esotéricas e espirituais, deixando de ser visto apenas como um jogo de cartas.

Já a versão histórica mais aceita situa o nascimento do tarot na Itália, por volta de 1430. Conhecido como tarocchi, o baralho era inicialmente utilizado pela nobreza como forma de entretenimento. As cartas eram ricamente ilustradas, muitas vezes encomendadas por famílias influentes, e retratavam cenas da vida cotidiana, alegorias e figuras religiosas. Foi a partir dessas representações que os arcanos maiores começaram a se destacar, ganhando um caráter simbólico mais profundo com o passar do tempo.

No século XV, o tarot começou a se expandir pela Europa, principalmente para a França, onde recebeu novas influências e formatos. Ainda como jogo, não possuía ligação com práticas espirituais. Essa transição só ocorreu séculos depois, quando ocultistas e místicos reinterpretaram suas imagens como representações do caminho humano em busca de compreensão e equilíbrio.

O tarot Rider-Waite, publicado em 1909, tornou-se o baralho mais popular e difundido no Ocidente. Criado por Arthur Edward Waite e ilustrado por Pamela Colman Smith, trouxe uma inovação: pela primeira vez, todos os arcanos menores receberam ilustrações detalhadas, facilitando a interpretação mesmo para iniciantes. Esse baralho foi fundamental para consolidar o tarot como ferramenta espiritual e de autoconhecimento no século XX.

Assim, podemos dizer que o tarot se construiu em um espaço entre mito e realidade. Ainda que as evidências apontem para uma origem europeia, a influência da tradição egípcia — mesmo sem provas materiais — permanece como uma narrativa poderosa, reforçando a ideia de que o tarot carrega em suas imagens algo maior do que o simples acaso de cartas sorteadas.


O peso do estigma e da discriminação

A história do tarot não é feita apenas de curiosidade e fascínio; ela também carrega as marcas do preconceito e da perseguição. Desde seus primeiros usos espirituais, o tarot foi alvo de olhares desconfiados e de tentativas de controle por parte de instituições religiosas e políticas, que o associavam a práticas consideradas perigosas ou proibidas.

Durante a Idade Média e o início da Idade Moderna, qualquer prática ligada ao ocultismo era vista com desconfiança pela Igreja, que detinha o poder sobre o imaginário coletivo. O tarot, ao ser associado a símbolos considerados “pagãos” ou “heréticos”, passou a ser identificado como instrumento de bruxaria. Essa ligação resultou em perseguições, marginalizando tanto a prática quanto as pessoas que a utilizavam.

Essa carga de preconceito também atingiu diretamente os povos ciganos, conhecidos por levarem consigo o baralho cigano, uma variação oracular que ganhou popularidade em várias partes da Europa. Além de enfrentarem discriminação cultural e social, esses povos tiveram sua tradição espiritual reduzida a estereótipos, muitas vezes caricatos, perpetuados até hoje em filmes, novelas e narrativas populares. O baralho cigano, no entanto, sempre foi uma ferramenta de orientação e de conexão com a intuição, carregando séculos de sabedoria oral e prática.

No século XIX e início do século XX, mesmo com o aumento do interesse pelo esoterismo, o tarot ainda era visto com cautela. Muitas vezes associado a charlatanismo ou manipulação, foi alvo de críticas que buscavam desacreditar sua seriedade. Esse estigma contribuiu para que muitas pessoas o utilizassem de forma velada, temendo julgamento ou desvalorização.

É importante reconhecer que parte desse preconceito persiste. Até hoje, há quem associe o tarot a superstições simplistas ou a práticas “ilícitas”, sem compreender sua profundidade como recurso de reflexão e autoconhecimento. Essa visão limitada muitas vezes impede que pessoas tenham acesso a um instrumento que poderia ajudá-las a enxergar novos caminhos em momentos de dúvida ou transição.

Apesar das dificuldades, o tarot sobreviveu. E sobreviveu porque suas cartas carregam mais do que crenças isoladas: elas trazem imagens que dialogam com a experiência humana, independentemente de cultura, religião ou época. A cada leitura, o tarot oferece não uma previsão imutável, mas um convite à consciência, ao equilíbrio e à tomada de decisões mais alinhadas com a essência de cada pessoa.

O estigma, portanto, não apagou sua força. Pelo contrário: reforçou a necessidade de resgatar o tarot em sua dimensão mais verdadeira — não como espetáculo ou superstição, mas como uma prática legítima de conexão e clareza.


Tarot e psicologia — a ponte criada por Jung

No século XX, o tarot ganhou uma nova dimensão quando passou a ser analisado à luz da psicologia. Um dos principais responsáveis por essa mudança de perspectiva foi Carl Gustav Jung, psiquiatra e fundador da psicologia analítica. Jung acreditava que símbolos universais permeavam o inconsciente coletivo da humanidade, manifestando-se em mitos, sonhos, religiões e também em sistemas simbólicos como o tarot.

Para Jung, as cartas não eram instrumentos de adivinhação, mas representações de arquétipos — padrões universais de comportamento, emoções e narrativas que fazem parte da experiência humana. Ao olhar para um arcano, o consulente não estaria vendo “o futuro”, mas acessando imagens que ressoam em seu inconsciente e que ajudam a iluminar questões internas. Assim, a leitura se tornava uma forma de diálogo com a própria psique.

Essa visão mudou a forma como muitas pessoas e profissionais passaram a encarar o tarot. Em vez de associá-lo a práticas místicas proibidas, ele passou a ser reconhecido como um recurso terapêutico. Jung via as cartas como gatilhos que estimulam a reflexão e abrem espaço para que conteúdos reprimidos ou pouco conscientes venham à tona. Esse processo poderia auxiliar tanto no autoconhecimento quanto na tomada de decisões mais conscientes.

Vários psicólogos e terapeutas, inspirados por essa abordagem, começaram a integrar o tarot em suas práticas, não como instrumento de previsão, mas como ferramenta de projeção e análise simbólica. Em uma leitura, por exemplo, a escolha inconsciente de uma carta poderia revelar sentimentos ou padrões ocultos, permitindo que o indivíduo compreendesse melhor sua situação.

Além disso, Jung destacava a importância dos arquétipos na jornada de individuação — o processo de tornar-se quem realmente se é. Nesse sentido, o tarot poderia ser visto como um mapa dessa jornada, em que cada arcano maior simboliza uma etapa do desenvolvimento humano, desde o impulso inicial do Louco até a completude do Mundo.

Essa ponte entre tarot e psicologia contribuiu para diminuir parte do estigma que o cercava, abrindo espaço para que fosse reconhecido em ambientes acadêmicos e terapêuticos. Ainda hoje, muitos profissionais utilizam as cartas como recurso complementar, seja em grupos de reflexão, em atendimentos individuais ou em práticas integrativas.

O legado de Jung, portanto, foi mostrar que o tarot não precisa ser visto apenas como esoterismo. Ele pode ser compreendido como um recurso profundo para acessar conteúdos internos, estimular a consciência e apoiar processos de cura emocional e espiritual.


O tarot como ferramenta de autoconhecimento no mundo moderno

No mundo contemporâneo, o tarot deixou de ser visto apenas como prática esotérica marginalizada e passou a ocupar um lugar de destaque entre ferramentas de autoconhecimento. Em um tempo marcado por excesso de informações e incertezas, muitos buscam no tarot não previsões fixas, mas clareza, introspecção e direção para decisões importantes.

Esse movimento é fortalecido pelo diálogo do tarot com grandes pensadores e mestres espirituais. Osho, por exemplo, criou na década de 1980 o Tarot Zen do Osho, um baralho que se diferencia dos modelos clássicos por trazer mensagens voltadas para o presente. Em vez de focar no passado ou no futuro, suas cartas convidam o consulente a observar o aqui e agora como campo de transformação. Essa proposta ecoa diretamente a filosofia de Friedrich Nietzsche em Assim Falou Zaratustra, obra que inspirou Osho e que defende a importância da autoconsciência, da superação de velhos paradigmas e da criação de novos valores baseados na autenticidade.

No Tarot Zen do Osho, cada carta é um convite à meditação e à reconexão com a vida real. Mais do que símbolos místicos, as imagens estimulam a consciência plena, chamando atenção para aspectos que, muitas vezes, passam despercebidos na rotina. Essa abordagem moderna mostra que o tarot pode ir além da leitura tradicional e se tornar um recurso de crescimento interior contínuo.

Nietzsche, por sua vez, ainda que não tenha trabalhado diretamente com tarot, trouxe conceitos que dialogam com sua essência. A ideia do “eterno retorno”, do enfrentamento da própria sombra e da coragem de criar sentido para a própria vida encontra ressonância em várias cartas dos arcanos maiores, como A Morte, O Eremita e O Louco. Ao lado do olhar de Osho, esses ensinamentos reforçam a função do tarot como um mapa de consciência, que acompanha a jornada humana de autodescoberta e reinvenção.

No contexto moderno, essa dimensão filosófica e terapêutica se soma a outras práticas integrativas, como a meditação, o alinhamento energético e os cuidados com a saúde mental. Muitas pessoas passaram a incluir o tarot em seus rituais diários de reflexão, tratando-o como aliado para fortalecer a intuição, organizar pensamentos e cultivar equilíbrio emocional.

Assim, o tarot deixa de ser apenas uma prática de consulta e se transforma em ferramenta cotidiana de presença. Ele lembra que não se trata de prever destinos fixos, mas de compreender a si mesmo e aprender a navegar os ciclos da vida com mais lucidez e coragem.


Baralhos clássicos e suas contribuições

Ao longo dos séculos, o tarot foi ganhando diferentes formatos e interpretações, mas alguns baralhos se tornaram verdadeiros marcos na sua história. Eles ajudaram a consolidar não apenas a estética das cartas, mas também a forma como são lidas e compreendidas até hoje.

O mais conhecido deles é o Tarot Rider-Waite, publicado em 1909. Criado por Arthur Edward Waite e ilustrado por Pamela Colman Smith, revolucionou a prática ao incluir ilustrações detalhadas em todos os arcanos menores, algo inédito até então. Isso permitiu que mesmo pessoas sem formação esotérica avançada pudessem interpretar as cartas de maneira intuitiva, já que as imagens transmitiam significados acessíveis. Até hoje, é o baralho mais utilizado no Ocidente e serve como base para centenas de releituras modernas.

Outro baralho de grande influência é o Tarot de Marselha, cuja origem remonta ao século XVI. Considerado um dos baralhos mais tradicionais, suas figuras geométricas e cores vibrantes se tornaram referência para muitas escolas de tarot. Por sua antiguidade, o Marselha carrega um peso histórico e simbólico, sendo ainda hoje utilizado por quem busca uma leitura mais “raiz” e próxima das origens europeias documentadas.

Além deles, existe também o Baralho Cigano (ou Lenormand), que ganhou espaço a partir do século XIX. Inspirado pelo trabalho da cartomante francesa Mlle Lenormand, esse baralho é mais enxuto, com 36 cartas, e é amplamente utilizado em leituras diretas e práticas. Sua popularidade entre os povos ciganos consolidou sua imagem como baralho de intuição e clareza, mantendo viva uma tradição que atravessou gerações, apesar do preconceito sofrido por essa comunidade.

No século XX, surgiram baralhos alternativos que também marcaram época. Um exemplo é o Tarot de Thoth, criado por Aleister Crowley e ilustrado por Lady Frieda Harris. Conhecido por sua densidade simbólica e ligação com a filosofia hermética, é um baralho mais complexo, utilizado por estudiosos que buscam aprofundar-se em sistemas ocultistas.

Esses baralhos, cada um à sua maneira, ajudaram a transformar o tarot em um sistema flexível e adaptável. Seja pela riqueza visual do Rider-Waite, pela tradição do Marselha, pela objetividade do Lenormand ou pela profundidade do Thoth, todos contribuíram para que o tarot permanecesse vivo, dialogando tanto com iniciantes quanto com estudiosos avançados.

Hoje, vivemos em um cenário onde coexistem baralhos clássicos e modernos, mostrando que o tarot não é estático. Ele se reinventa, mantendo seu propósito essencial: oferecer caminhos de reflexão e consciência para quem se dispõe a ouvi-lo.


Entre cartas e caminhos: minha jornada com o tarot

A história do tarot mostra que ele nunca foi apenas um conjunto de cartas. Entre mitos e registros históricos, perseguições e ressignificações, tornou-se uma ferramenta que atravessa séculos oferecendo clareza e reflexão. Da suspeita de suas origens no Egito Antigo até sua consolidação na Europa do século XV, do estigma imposto pela religião até a valorização dada pela psicologia de Jung, o tarot provou sua força como recurso legítimo de autoconhecimento.

Hoje, ele se apresenta em diferentes versões: o clássico Tarot de Marselha, o Rider-Waite, o Thoth, o Baralho Cigano e até criações modernas como o Tarot Zen de Osho, inspirado em reflexões de Nietzsche sobre consciência e transformação. Essa diversidade mostra que o tarot não se limita a um único formato: ele se adapta, acolhe e dialoga com diferentes visões de mundo, sempre convidando quem o procura a olhar para si mesmo com mais atenção.

É nesse contexto que compartilho também minha própria trajetória. Minha caminhada com os oráculos começou cedo, aos 16 anos, com o baralho cigano. Desde então, não foi apenas uma prática, mas um processo de aprendizado profundo. Hoje, com 28 anos, carrego mais de uma década de experiência com o tarot, sempre buscando estudar, compreender e oferecer leituras que unam clareza e acolhimento.

Com o tempo, percebi que minha maior bússola não está apenas nas cartas, mas também no alinhamento energético e espiritual que cultivo. A meditação e a prática de equilíbrio dos chakras se tornaram ferramentas fundamentais, tanto para minha vida pessoal quanto para minhas consultas. Elas me permitem estar em sintonia, aberta para que a leitura seja não apenas uma troca de informações, mas uma experiência de conexão real.

Ao olhar para o tarot hoje, vejo nele um aliado para a expansão da consciência. Ele não dita destinos, mas ilumina caminhos. Não promete fórmulas prontas, mas ajuda a enxergar possibilidades. Minha missão, ao partilhar essa prática, é ajudar cada pessoa que chega até mim a encontrar clareza, coragem e serenidade para escrever sua própria história.

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Brunna Aarão de Melo, Brunna Melo, SEO, AEO, Marketing Digital, Espiritualidade, Propósito, Amor Próprio, Narcisismo, Palavra Cantada. Revisão e formatação de TCC nas normas ABNT com acompanhamento até a banca. Clareza, organização e confiança para sua aprovação.

Brunna Melo — Estratégia com alma, palavra com presença

Brunna Melo é estrategista de conteúdo, revisora, copywriter e guardiã de narrativas que curam. Atuou por uma década na educação pública, onde aprendeu, na prática, que toda comunicação começa com escuta. Sua trajetória une técnica e intuição, método e magia, estrutura e sensibilidade.

Formada em Relações Internacionais, mas também com formação técnica em Recursos Humanos e Secretariado, Brunna carrega ainda em seu percurso a pós-graduação em Diplomacia e Políticas Públicas e cursa a licenciatura em Psicopedagogia. Dos 16 aos 26 anos trabalhou na rede pública de Itapevi, onde desenvolveu um olhar atento às subjetividades, à inclusão e à palavra como ferramenta de transformação. Em 2019, realizou intercâmbio em Montreal, no Canadá, onde consolidou sua fluência em francês, inglês e espanhol, ampliando sua visão multicultural e espiritual.

Hoje, Brunna integra SEO técnico, copywriting consciente e comunicação simbólica para marcas e pessoas que desejam crescer com base, respeitando o tempo de quem lê e a verdade de quem escreve. Atua em projetos nacionais e internacionais com foco em posicionamento estratégico, revisão acadêmica, produção de conteúdo e construção de autoridade orgânica com profundidade e coerência.

Mas sua atuação vai além da técnica. Brunna é bruxa de alma antiga, com forte ligação à ancestralidade, aos ciclos e à linguagem como portal. Sua escrita é ritualística, sua presença é intuitiva e seu trabalho parte do princípio de que comunicar é também cuidar — é criar campos de confiança, abrir espaço para o sagrado e firmar digitalmente o que o corpo muitas vezes não sabe nomear.

Mãe, mulher neurodivergente, educadora e artista, Brunna transforma vivências em matéria-prima para narrativas com sentido. Seus textos não são apenas bonitos — são precisos, respeitosos, vivos. Acredita que conteúdo de verdade não serve só para engajar, mas para construir pontes, evocar arquétipos, gerar impacto real e deixar legado.

Atualmente, colabora com agências e marcas que valorizam conteúdo com presença, estratégia com alma e comunicação como campo de cura. E continua firmando um só compromisso: que toda palavra escrita esteja a serviço de algo maior.


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Bem-vinda(o) ao meu espaço, onde compartilho reflexões sobre escrita, estratégia de conteúdo e a potência das narrativas que transformam.

Aqui, divido minha trajetória como estrategista, redatora e copywriter, mas também como mãe, educadora e mulher em constante processo de autoconhecimento.

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