Hi, little friend…
It’s been a while since we last talked, hasn’t it?
But I’ve always been here — quiet.
Patient.
Waiting for the moment you’d remember that I exist.
Not as a memory…
But as presence. Alive.
I still play.
I still believe.
I still dream about the same things that once made you smile…
Before the world asked you to “grow up.”
Remember?
You spoke to plants.
You whispered to the wind.
You were afraid of the dark —
but you also thought it hid magic.
You believed in happy endings.
And, somehow…
you still do.
Even after all the rush, the pressure, the exhaustion.
I saw when you began to adapt.
To hold back your tears.
To speak less.
To shrink, compare, mold yourself to fit.
But I also saw —
when your heart began to call out again.
Softly…
in the middle of your routines.
Asking to come home.
To come back inward.
Back to where everything began.
Back to your origin.
What you long for isn’t the past.
It’s you.
Before fear.
Before guilt.
Before the hurry.
The ache you feel…
is the longing for your own essence.
For the one who laughed loudly,
created whole worlds with colored pencils,
and fell in love with every sunset — as if it were the first.
I know.
Adulthood is full of noise, bills, and responsibilities.
But if you let me in again…
I promise I’ll remind you of what is sacred:
the pause. the play. the wonder. the silence.
I promise I’ll show you that it’s still possible to live lightly —
without losing depth.
That being an adult doesn’t have to mean hardening.
It can mean… blooming.
So breathe.
Place your hand on your chest.
Close your eyes and say:
“I remember who I am.”
And the memory comes softly —
like a late-afternoon wind.
When it comes… listen:
It’s me — your inner child —
calling you back to life.
To the now.
I honor the memory of those who came before.
Those who walked this earth
opening paths that now sustain me.
I also honor the relatives who have passed —
the voices that the year of number 9 carried away,
yet still whisper between worlds.
May every memory of them be light.
Root.
And a promise of rebirth.
Blessed Beltane/Blessed Samhain
Almost Blessed Yule 🎄.
With love,
🕯 From my inner child to yours.
Namaschild.
Brunna Melo 🌙📬 universosdabru.com
Hello, new subscribers!
It’s a joy to have you here!
Before we continue this journey together, I’d love to ask you:
what brought you to this space?
What called you, moved you, or whispered “go”?
I’m here, fully present — reading everything with care.
If you feel like sharing, tell me. I’d love to know you better.

Uma carta da sua Criança Interior
Oi, amiguinho
Faz tempo que a gente não se fala, não é?
Mas eu sempre estive aqui — quieta, paciente, esperando o momento em que você lembrasse que eu existo.
Não como uma lembrança antiga, mas como uma presença viva.
Eu ainda brinco, eu ainda acredito, eu ainda sonho com as mesmas coisas que te faziam sorrir antes do mundo te pedir pra “crescer”.
Lembra?
Você falava com as plantas.
Conversava com o vento.
Tinha medo do escuro, mas também achava que ele escondia magia.
Você acreditava em finais felizes — e, de alguma forma, em meio a tudo isso, ainda acredita.
Mesmo depois de tanta pressa, tanta cobrança, tanto “cansaço”.
Eu vi quando você começou a se adaptar.
A segurar o choro pra não parecer fraco.
A falar menos pra ser “maduro”.
A se comparar, a se moldar, a se diminuir.
Mas eu também vi quando o coração começou a gritar de novo — baixinho, no meio da rotina — pedindo pra voltar pra casa.
Voltar pra dentro.
Pra onde tudo começou.
Pra sua origem.
O que você sente falta não é do passado.
É de você mesmo antes do medo.
Antes da culpa.
Antes da pressa.
A saudade que dói é da sua própria essência — daquela que ria alto, que criava mundos com lápis de cor, que se apaixonava por cada pôr do sol como se fosse o primeiro.
Eu sei que a vida adulta é cheia de boletos, barulhos e “responsabilidades”.
Mas, se você me deixar entrar de novo, prometo te lembrar do que é sagrado:
a pausa, o brincar, o encanto, o silêncio.
Prometo te mostrar que ainda dá pra viver com leveza sem perder a profundidade.
Que ser adulto não precisa significar endurecer — pode significar florescer.
Então, respira.
Coloca a mão no peito.
Fecha os olhos e diga:
“Eu me lembro de quem eu sou”.
E a lembrança vai vir suave, como vento de fim de tarde.
E quando vier, escute:
Sou eu — sua criança — te chamando de volta pra vida.
Pro agora.
E antes de encerrar…
Eu honro a memória dos que vieram antes.
Dos que pisaram este solo…
abrindo caminhos que hoje me sustentam.
Honro também os meus parentes que partiram —
as vozes que o ano de número 9 levou,
mas que ainda sussurram entre mundos.
Que cada lembrança deles seja luz.
Raiz.
E promessa de renascimento.
Com amor,
🕯️ Da sua criança interior. Namaschild.
Blessed Beltane, Blessed Samhain..
Brunna Melo 🌙
📬 universosdabru.com
Brunna Melo — Estratégia com alma, palavra com presença
Brunna Melo é estrategista de conteúdo, revisora, copywriter e guardiã de narrativas que curam. Atuou por uma década na educação pública, onde aprendeu, na prática, que toda comunicação começa com escuta. Sua trajetória une técnica e intuição, método e magia, estrutura e sensibilidade.
Formada em Relações Internacionais, mas também com formação técnica em Recursos Humanos e Secretariado, Brunna carrega ainda em seu percurso a pós-graduação em Diplomacia e Políticas Públicas e cursa a licenciatura em Psicopedagogia. Dos 16 aos 26 anos trabalhou na rede pública de Itapevi, onde desenvolveu um olhar atento às subjetividades, à inclusão e à palavra como ferramenta de transformação. Em 2019, realizou intercâmbio em Montreal, no Canadá, onde consolidou sua fluência em francês, inglês e espanhol, ampliando sua visão multicultural e espiritual.
Hoje, Brunna integra SEO técnico, copywriting consciente e comunicação simbólica para marcas e pessoas que desejam crescer com base, respeitando o tempo de quem lê e a verdade de quem escreve. Atua em projetos nacionais e internacionais com foco em posicionamento estratégico, revisão acadêmica, produção de conteúdo e construção de autoridade orgânica com profundidade e coerência.
Mas sua atuação vai além da técnica. Brunna é bruxa de alma antiga, com forte ligação à ancestralidade, aos ciclos e à linguagem como portal. Sua escrita é ritualística, sua presença é intuitiva e seu trabalho parte do princípio de que comunicar é também cuidar — é criar campos de confiança, abrir espaço para o sagrado e firmar digitalmente o que o corpo muitas vezes não sabe nomear.
Mãe, mulher neurodivergente, educadora e artista, Brunna transforma vivências em matéria-prima para narrativas com sentido. Seus textos não são apenas bonitos — são precisos, respeitosos, vivos. Acredita que conteúdo de verdade não serve só para engajar, mas para construir pontes, evocar arquétipos, gerar impacto real e deixar legado.
Atualmente, colabora com agências e marcas que valorizam conteúdo com presença, estratégia com alma e comunicação como campo de cura. E continua firmando um só compromisso: que toda palavra escrita esteja a serviço de algo maior.







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