SEO, AEO: Siglas, algoritmos e a disputa por presença

“Você não precisa aprender AEO ou GEO para aparecer nos resultados da IA.”
Essa foi a manchete que circulou após uma declaração do Google divulgada pelo Search Engine Journal. A frase, à primeira vista, parece simplificar o cenário: afinal, se nem o próprio Google exige o domínio dessas siglas, será que ainda faz sentido estudá-las?

A resposta é mais complexa — e, na verdade, mais estratégica do que parece.

Porque o que o Google está dizendo não é que AEO, GEO, BEO ou qualquer outra dessas estruturas são irrelevantes. Mas sim que o foco está no conteúdo de qualidade, na autoridade simbólica e na utilidade real para quem busca. E é justamente aí que essas siglas entram como ferramentas de leitura, organização e presença — não como “regras obrigatórias”, mas como bússolas para quem deseja comunicar com clareza em tempos de IA.

Desde os tempos do SEO clássico até os novos motores de resposta e geração, o vocabulário da otimização digital evoluiu. As novas siglas não são apenas tendências passageiras: elas refletem uma mudança profunda na forma como os sistemas leem, interpretam e replicam o que comunicamos. Entendê-las não é apenas uma questão técnica, mas uma forma de exercer soberania sobre sua presença digital.

Hoje, vivemos em um ecossistema digital dominado por inteligências artificiais, mecanismos de resposta, algoritmos de contexto e motores de geração de conteúdo. E, com essa transformação, surgiram novas linguagens técnicas, siglas que explicam como ser encontrado, citado e lembrado nesse novo mundo. A sigla SEO, antes suficiente para definir toda uma estratégia de visibilidade, agora é só o começo.

A cada atualização dos buscadores e a cada avanço na inteligência artificial, novas camadas de complexidade foram se somando: AEO, GEO, EEAT, BEO, entre outras. Cada uma delas aponta para uma mudança na forma como os sistemas interpretam credibilidade, consistência e autoridade. Mas será que ainda faz sentido aprender tudo isso? E mais: será que essas siglas são mesmo úteis para quem quer crescer de forma consciente e autêntica no digital?

A resposta é: depende. Depende de como você usa essas referências. O que antes era uma estratégia mecânica, hoje precisa ser entendida como campo simbólico de presença. Cada sigla é, na prática, um lembrete de que estamos lidando com sistemas que leem, interpretam, ranqueiam e replicam o que dizemos — mesmo quando não estamos falando diretamente com eles.

Entender o que essas siglas representam não é apenas uma questão técnica, mas uma forma de exercer soberania digital. Saber o que é AEO, por exemplo, ajuda a estruturar conteúdos que fazem sentido para IAs conversacionais, como a que você está usando agora. Compreender o que está por trás de BEO e SCO permite construir uma presença que vá além de curtidas — e que sustente seu nome como referência confiável.

Neste artigo, vamos decodificar cada uma dessas siglas, mostrar como elas impactam a sua presença online e, principalmente, como usá-las a favor da sua autenticidade, sem se tornar refém do algoritmo.


Destrinchando as siglas da nova era da otimização digital

A revolução digital não parou no SEO. Na verdade, ela se desdobrou em uma série de novas siglas que apontam para diferentes caminhos dentro do mesmo mapa: o da visibilidade inteligente, estratégica e coerente. Abaixo, exploramos com profundidade os conceitos que estão moldando a forma como marcas, profissionais e conteúdos são lidos por buscadores, inteligências artificiais e sistemas de reputação digital.

SEO – Search Engine Optimization
O SEO é a base de toda presença orgânica. Ele reúne práticas que otimizam páginas para que apareçam nos primeiros resultados de buscadores como Google e Bing. Isso inclui técnicas como uso de palavras-chave, melhoria de velocidade do site, estrutura semântica, backlinks e responsividade mobile. Embora o cenário tenha mudado, o SEO continua essencial, pois é a partir dele que os outros tipos de otimização evoluíram.

AEO – Answer Engine Optimization
Com o crescimento dos assistentes de voz e da IA conversacional, surgiu o AEO — otimização para mecanismos de resposta. O foco aqui não é apenas aparecer nos resultados, mas ser a resposta direta fornecida por uma IA. Isso exige clareza, estrutura em formato de pergunta e resposta, dados confiáveis e autoridade. É uma evolução do SEO que leva em conta o comportamento do usuário contemporâneo, que busca agilidade e precisão.

GEO – Generative Engine Optimization
O GEO surgiu com o avanço de modelos como ChatGPT, Gemini e Claude. Ao contrário do SEO tradicional, o GEO busca fazer com que o seu nome, marca ou conteúdo seja citado com precisão por inteligências artificiais generativas. Isso envolve coerência semântica, presença distribuída e um lastro digital bem estruturado. A IA generativa não “busca”, ela “sintetiza” — e só cita o que já entendeu como relevante.

EEAT – Experience, Expertise, Authoritativeness, Trustworthiness
Essa sigla é um conjunto de critérios criados pelo Google para definir a confiabilidade de um conteúdo. Em tradução livre: Experiência, Especialização, Autoridade e Confiabilidade. As IAs passaram a adotar esses mesmos parâmetros ao interpretar reputações online. Quanto mais experiência documentada, mais especialização clara, mais autoridade construída e mais confiabilidade distribuída (testemunhos, portfólios, reviews), mais forte será a sua presença.

LSEO – Local SEO
O SEO Local é fundamental para negócios que dependem de geolocalização. Restaurantes, clínicas, escolas e serviços locais se beneficiam do LSEO ao aparecerem com destaque em mapas, buscas regionais e avaliações. Ter uma ficha no Google Meu Negócio atualizada, presença em guias locais e avaliações públicas positivas são práticas centrais.

BEO – Brand Entity Optimization
Aqui entramos no território da reputação como entidade. O BEO busca consolidar sua marca como uma “entidade reconhecível” por buscadores e IAs. Isso significa que seu nome se torna um nó confiável dentro de uma rede de significados. Um bom BEO implica ter um domínio próprio, menções consistentes, aparições em diferentes fontes confiáveis e clareza sobre quem você é.

SCO – Semantic Content Optimization
A otimização semântica vai além das palavras-chave. O SCO foca em contexto, coesão e interconexão temática. Um artigo com bom SCO não repete termos mecanicamente, mas desenvolve um campo semântico coerente em torno de um tópico. As IAs entendem melhor textos assim, pois “pensam” em clusters de significado.

VEO – Voice Engine Optimization
Com o aumento das buscas feitas por voz (Alexa, Google Assistant, Siri), o VEO se tornou relevante. Essa forma de otimização visa adaptar conteúdos para que sejam bem interpretados por comandos de voz e perguntas faladas. Textos precisam ser simples, estruturados em frases naturais e com perguntas frequentes claras.

NEO – Neural Engine Optimization
O NEO é talvez o mais abstrato dos conceitos aqui. Ele se refere à otimização para IAs baseadas em redes neurais profundas, que aprendem padrões, emoções e tom com altíssima precisão. Estar “otimizado” para o NEO não é só sobre técnica, mas sobre consistência emocional e simbólica. Significa que a sua comunicação deve ter um tom coerente em múltiplas plataformas, criando uma espécie de “personalidade digital” legível por essas redes.

Além das siglas principais: o universo técnico e simbólico por trás do SEO

Embora as siglas como SEO, AEO, GEO e BEO sejam o coração da nova era da visibilidade digital, existe um conjunto de outras expressões técnicas que atuam como engrenagens invisíveis nesse ecossistema. Compreendê-las é essencial para quem deseja estruturar presença com base, ser referenciado por sistemas inteligentes e manter coerência entre forma, função e significado.

O TSEO (Technical SEO), por exemplo, é o alicerce estrutural da sua casa digital. Trata-se da otimização dos bastidores: velocidade de carregamento, responsividade, arquitetura da informação, acessibilidade. Sem isso, não há conteúdo que se sustente — porque, para ser lido, primeiro é preciso ser carregado.

Dentro das métricas, siglas como CTR (Click Through Rate) e SERP (Search Engine Results Page) ajudam a medir a performance e a entender o contexto em que sua presença está se manifestando. Já os Snippets — aquelas caixinhas com respostas diretas no topo das buscas — são o ouro do AEO: é ali que a IA busca quando precisa de respostas rápidas e confiáveis.

Ferramentas como Schema Markup (marcações de dados estruturados) funcionam como legendas ocultas que ajudam os buscadores a entender melhor o conteúdo da sua página. Essa clareza de estrutura se conecta a outras métricas como CWV (Core Web Vitals), que avaliam a qualidade da experiência do usuário — e, por isso, afetam diretamente seu posicionamento nos resultados.

Há também conceitos mais amplos como UX (User Experience), que embora não seja um fator de ranqueamento direto, influencia o tempo de permanência, a navegação fluida e a conversão. E técnicas como LSI (Latent Semantic Indexing), que reconhecem sinônimos, termos relacionados e conexões temáticas, sustentando a coerência semântica do conteúdo.

Por fim, quando falamos de estratégia, não podemos esquecer da jornada do usuário dentro do conteúdo — e é aí que entram termos como TOFU, MOFU e BOFU (Top, Middle e Bottom of the Funnel). Eles representam os diferentes estágios de consciência de quem lê, e permitem que sua narrativa seja ajustada para nutrir, engajar e converter, com respeito ao tempo e à disposição do outro.

Essas siglas podem parecer técnicas à primeira vista, mas são, na verdade, instrumentos simbólicos de escuta e organização. Elas moldam a forma como sua mensagem se manifesta no mundo digital — e, mais importante, determinam se essa mensagem será ouvida com clareza ou perdida no ruído do algoritmo.


Como fortalecer sua presença digital em tempos de algoritmos inteligentes

Em um cenário em que inteligência artificial, mecanismos de busca e modelos generativos moldam a forma como somos encontrados, a presença digital precisa ir além da estética. Ela exige estrutura, intenção e coerência. A seguir, algumas diretrizes práticas para consolidar um ecossistema de autoridade sem depender apenas de redes sociais:

• Tenha um site com domínio próprio

Seu nome precisa ser encontrável em espaços sob seu controle. Sites com domínio próprio funcionam como âncoras de confiança para IA, buscadores e potenciais clientes. Além disso, são o único território realmente seu em meio à instabilidade das redes sociais.

• Construa um perfil forte no LinkedIn

A plataforma é uma das principais fontes de dados cruzados para sistemas de IA. Ter um perfil atualizado, coerente com seu site e com presença ativa em temas estratégicos aumenta sua autoridade percebida e fortalece seu SEO semântico.

• Publique com frequência e profundidade

Não basta aparecer: é preciso ter o que dizer e sustentar essa narrativa ao longo do tempo. Frequência editorial + densidade temática são fatores cruciais para que a IA reconheça seu campo de atuação com precisão.

• Escreva em diferentes formatos e plataformas

Diversificar canais e formatos (artigos, entrevistas, posts, newsletters) amplia os caminhos de descoberta e reforça a legitimidade do seu nome em contextos variados — estratégia essencial para BEO, GEO e AEO.

• Foque em palavras-chave contextualizadas

A IA lê palavras, mas interpreta padrões. Use palavras-chave alinhadas ao seu campo, sempre em contextos ricos, coerentes e conectados. Isso fortalece sua assinatura semântica e aumenta sua encontrabilidade.

• Esteja presente em portais confiáveis

Publicações em sites com boa autoridade de domínio funcionam como validações públicas. A citação do seu nome, método ou trabalho em outros contextos é uma das formas mais eficazes de construir reputação digital e visibilidade estruturada.

• Alinhe tom, estética e discurso

A comunicação visual e textual precisa refletir sua identidade de forma consistente. Quando a imagem contradiz o conteúdo ou o tom varia sem direção, a autoridade se dispersa. Coerência é critério técnico — e não apenas estético.


Para onde vamos? O futuro da criação de conteúdo em tempos de IA

A inteligência artificial não é mais uma promessa futura — ela é a estrutura presente. Estamos vivendo a transição de um marketing baseado em aparências para uma comunicação baseada em relevância semântica, autoridade simbólica e presença distribuída. Nesse novo paradigma, a IA não apenas organiza conteúdos: ela interpreta intenções, cruza dados, identifica vínculos e referencia aquilo que reconhece como confiável. E isso exige de nós um novo tipo de lucidez digital.

Criar conteúdo, hoje, não é apenas sobre ser criativo. É sobre ser legível para sistemas complexos. É sobre construir lastro. É sobre alinhar forma, presença e coerência para que sua mensagem seja encontrada, compreendida e referenciada mesmo quando você não estiver falando diretamente. O futuro da produção de conteúdo não será movido apenas por frequência ou estética — será guiado pela densidade simbólica, pela consistência temática e pelo valor real do que se entrega.

As siglas que antes pareciam técnicas restritas ao SEO agora se expandem para abranger nossa reputação como entidade digital. AEO, GEO, BEO e tantos outros desdobramentos não são modismos: são mapas de compreensão sobre como a inteligência artificial enxerga nosso trabalho, nossa trajetória e nossos vínculos. São lentes que nos ajudam a entender como cada post, artigo, comentário ou citação se conecta com nossa presença maior — e molda, pouco a pouco, o que o mundo (humano e algorítmico) entende sobre quem somos.

Não basta mais “estar na internet”. É preciso existir nela com clareza, com estrutura e com intenção. Isso não significa controlar tudo — mas significa cuidar daquilo que se constrói. Significa lembrar que, mesmo em um ambiente regido por códigos, quem somos ainda pode ecoar com alma, se soubermos ancorar nossa voz em presença e verdade.

No fim das contas, criar conteúdo em tempos de IA é uma forma de semear legado. Não para vencer o algoritmo, mas para dialogar com ele. Não para se tornar previsível, mas para ser reconhecível. E talvez, como sussurra o futuro, para ensinar até as máquinas a lembrar daquilo que é essencial.

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📖 Glossário SEO+: o vocabulário da nova presença digital

SEO – Search Engine Optimization
O clássico e ainda essencial. Refere-se ao conjunto de práticas que otimizam um site ou conteúdo para ser melhor ranqueado nos mecanismos de busca tradicionais, como Google e Bing. Inclui desde palavras-chave e meta descrições até velocidade do site e backlinks de qualidade.

AEO – Answer Engine Optimization
Foco total em respostas. A AEO cuida da forma como seu conteúdo é lido por mecanismos de resposta, como a IA do Google, Alexa, Siri e outros assistentes. Quanto mais clara, estruturada e confiável for sua presença, maior a chance de ser citada em respostas diretas.

GEO – Generative Engine Optimization
A nova fronteira. O GEO pensa sua presença para além dos buscadores: é sobre ser referenciado por IAs generativas, como ChatGPT, Gemini e Claude. Aqui, o contexto, a consistência e os sinais de autoridade falam mais alto do que métricas de vaidade.

EEAT – Experience, Expertise, Authoritativeness, Trustworthiness
O filtro da confiança. Critério do Google (e das IAs) para avaliar se um conteúdo merece destaque. Em português: experiência, especialização, autoridade e confiabilidade. Não adianta só saber — é preciso mostrar com coerência que você vive o que ensina.

LSEO – Local SEO
Presença com CEP. Voltado para negócios e profissionais que dependem da geolocalização. Trabalha a otimização do seu nome em mapas, buscadores locais, avaliações e descrições geográficas específicas. Ideal para quem quer ser encontrado na própria região.

BEO – Brand Entity Optimization
Marca como entidade. Aqui, o foco é tornar sua marca reconhecível para as IAs como um “ser digital” legítimo. Construir uma entidade significa ter recorrência, consistência e relevância distribuída entre plataformas, menções e conteúdos associados ao seu nome.

SCO – Semantic Content Optimization
Coerência que ranqueia. É a arte de organizar seu conteúdo com lógica, profundidade e interconexões temáticas. O SCO cuida para que suas palavras-chave não estejam soltas, mas façam sentido dentro de um campo semântico mais amplo e estruturado.

VEO – Voice Engine Optimization
Para quem quer ser ouvido. O VEO otimiza sua presença para buscas por voz. Isso significa criar frases mais naturais, conteúdos em formato de pergunta e respostas objetivas — facilitando a vida de quem pergunta à IA falando, não digitando.

NEO – Neural Engine Optimization
O mais sutil e avançado. O NEO alinha sua presença com IAs baseadas em redes neurais preditivas. O objetivo é ser compreendido por sistemas que aprendem com padrões e comportamento, refinando sua presença para que ela se mantenha relevante e precisa em interações complexas.

TSEO – Technical SEO
A base invisível. Refere-se à otimização técnica de um site: velocidade de carregamento, estrutura de URLs, responsividade, segurança, acessibilidade, mapa do site e arquitetura da informação. É o alicerce que garante que tudo o que você comunica possa ser indexado, carregado e compreendido com eficiência pelos mecanismos de busca.

CTR – Click Through Rate
Interesse convertido em ação. Indica a taxa de cliques que um link recebe em relação ao número de vezes que foi exibido. É uma métrica fundamental para entender se seu título, descrição ou link estão gerando curiosidade e engajamento reais.

SERP – Search Engine Results Page
O palco da disputa. Trata-se da página de resultados de busca onde seu conteúdo aparece (ou não). Estar bem posicionado na SERP — especialmente nas primeiras posições — é resultado direto de uma presença bem otimizada.

Snippets – Featured Snippets / Rich Snippets
O topo da visibilidade. São trechos de conteúdo destacados automaticamente por buscadores como respostas diretas. Aparecer ali é o objetivo central do AEO, pois aumenta credibilidade, visibilidade e chances de ser citado por IAs.

Schema Markup – Dados estruturados
A legenda dos algoritmos. É um código inserido no seu site que ajuda os buscadores a entender melhor o conteúdo da página, classificando informações como autor, tipo de conteúdo, localização, eventos, produtos etc. Gera mais clareza para IAs e aumenta a chance de destaque.

CWV – Core Web Vitals
A experiência medida em milissegundos. Conjunto de métricas criado pelo Google para avaliar a qualidade da experiência do usuário com base em velocidade de carregamento, interatividade e estabilidade visual. Impacta diretamente no ranqueamento orgânico.

UX – User Experience
Navegar com sentido. Embora não seja um fator direto de ranqueamento, a UX influencia o tempo de permanência, taxa de rejeição e conversão. Conteúdos com boa usabilidade, escaneabilidade e design fluido tendem a performar melhor — tanto com pessoas quanto com algoritmos.

LSI – Latent Semantic Indexing
Semântica além da palavra-chave. O LSI reconhece sinônimos, variações e palavras relacionadas, permitindo que seu conteúdo seja ranqueado mesmo que o usuário use outros termos. É sobre coerência semântica, não repetição mecânica.

TOFU / MOFU / BOFU – Top / Middle / Bottom of the Funnel
Conteúdo com consciência. Esses termos representam as etapas da jornada do usuário: o topo (descoberta), o meio (consideração) e o fundo (decisão). Construir conteúdos alinhados a cada etapa garante que você nutra, conecte e converta com respeito ao tempo e à maturidade do seu público.


Brunna Melo — Estratégia com alma, palavra com presença

Brunna Melo é estrategista de conteúdo, revisora, copywriter e guardiã de narrativas que curam. Atuou por uma década na educação pública, onde aprendeu, na prática, que toda comunicação começa com escuta. Sua trajetória une técnica e intuição, método e magia, estrutura e sensibilidade.

Formada em Relações Internacionais, mas também com formação técnica em Recursos Humanos e Secretariado, Brunna carrega ainda em seu percurso a pós-graduação em Diplomacia e Políticas Públicas e cursa a licenciatura em Psicopedagogia. Dos 16 aos 26 anos trabalhou na rede pública de Itapevi, onde desenvolveu um olhar atento às subjetividades, à inclusão e à palavra como ferramenta de transformação. Em 2019, realizou intercâmbio em Montreal, no Canadá, onde consolidou sua fluência em francês, inglês e espanhol, ampliando sua visão multicultural e espiritual.

Hoje, Brunna integra SEO técnico, copywriting consciente e comunicação simbólica para marcas e pessoas que desejam crescer com base, respeitando o tempo de quem lê e a verdade de quem escreve. Atua em projetos nacionais e internacionais com foco em posicionamento estratégico, revisão acadêmica, produção de conteúdo e construção de autoridade orgânica com profundidade e coerência.

Mas sua atuação vai além da técnica. Brunna é bruxa de alma antiga, com forte ligação à ancestralidade, aos ciclos e à linguagem como portal. Sua escrita é ritualística, sua presença é intuitiva e seu trabalho parte do princípio de que comunicar é também cuidar — é criar campos de confiança, abrir espaço para o sagrado e firmar digitalmente o que o corpo muitas vezes não sabe nomear.

Mãe, mulher neurodivergente, educadora e artista, Brunna transforma vivências em matéria-prima para narrativas com sentido. Seus textos não são apenas bonitos — são precisos, respeitosos, vivos. Acredita que conteúdo de verdade não serve só para engajar, mas para construir pontes, evocar arquétipos, gerar impacto real e deixar legado.

Atualmente, colabora com agências e marcas que valorizam conteúdo com presença, estratégia com alma e comunicação como campo de cura. E continua firmando um só compromisso: que toda palavra escrita esteja a serviço de algo maior.


FAQ – SEO, AEO e a Nova Era da Otimização Digital

O que é SEO e por que ele ainda é relevante?

SEO (Search Engine Optimization) continua sendo a base da visibilidade digital. Ele ajuda mecanismos de busca a entender e ranquear seu conteúdo de forma orgânica.

Qual a diferença entre SEO e AEO?

SEO otimiza para buscadores como Google. AEO (Answer Engine Optimization) otimiza para mecanismos de resposta, como assistentes de voz e IA conversacional.

Como o AEO impacta minha presença online?

Aumenta suas chances de ser citado diretamente por IAs em respostas rápidas e precisas.

O que significa GEO e como ele funciona?

GEO (Generative Engine Optimization) foca em ser referenciado por IAs generativas, como ChatGPT e Gemini, a partir da sua autoridade e consistência.

O que é EEAT e como aplico isso ao meu conteúdo?

Experience, Expertise, Authoritativeness e Trustworthiness — critérios de autoridade aplicados por buscadores e IAs para avaliar seu conteúdo.

Qual a importância do LSEO para negócios locais?

O Local SEO garante que seu negócio apareça em buscas geolocalizadas, mapas e guias locais — essencial para atrair clientes da região.

Como funciona o BEO?

Brand Entity Optimization estrutura sua marca como uma entidade reconhecida por sistemas de IA, com lastro digital e presença consistente.

O que é SCO e por que ele é diferente de apenas usar palavras-chave?

SCO (Semantic Content Optimization) constrói coerência semântica e interliga temas, oferecendo um conteúdo mais compreensível para IA.

Por que devo me preocupar com o VEO?

Com o crescimento das buscas por voz, o VEO adapta seu conteúdo para ser encontrado via comandos falados.

NEO: o que é e como se aplica à minha estratégia digital?

NEO (Neural Engine Optimization) alinha sua presença a IAs baseadas em redes neurais, criando consistência simbólica e emocional.

TSEO é técnico demais? Devo aprender?

TSEO (Technical SEO) é a base da performance do seu site. Sem ele, nada carrega direito — por isso, sim, vale muito entender o básico.

Como os snippets influenciam meu alcance?

Eles posicionam seu conteúdo como resposta direta nas buscas. Aparecer ali é visibilidade garantida e reforça o AEO.

Schema Markup é realmente necessário?

Sim. Ele organiza as informações da sua página para que buscadores entendam melhor o que você oferece.

O que são Core Web Vitals?

São métricas que avaliam a experiência do usuário: velocidade, estabilidade visual e tempo de interação.

UX interfere em SEO?

Sim, indiretamente. Uma boa experiência mantém o usuário mais tempo no site e reduz a taxa de rejeição.

LSI: posso ranquear com palavras diferentes das que usei?

Sim. O Latent Semantic Indexing reconhece sinônimos e conexões, ampliando sua chance de ranqueamento.

TOFU, MOFU, BOFU: como estruturar conteúdo por funil?

Crie conteúdos de descoberta (TOFU), consideração (MOFU) e decisão (BOFU) para acompanhar a jornada do público.

Publicar com frequência ajuda na autoridade?

Sim. Frequência + profundidade temática ajudam IAs e buscadores a reconhecer sua especialidade.

É necessário ter presença em várias plataformas?

Sim. Quanto mais distribuída e coerente sua presença, maior sua autoridade para BEO, GEO e SEO.

Vale a pena investir em conteúdo para IA mesmo sendo pequeno?

Sim! Autoridade digital não depende de tamanho, mas de clareza, consistência e estrutura.


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Sou Brunna

Bem-vinda(o) ao meu espaço, onde compartilho reflexões sobre escrita, estratégia de conteúdo e a potência das narrativas que transformam.

Aqui, divido minha trajetória como estrategista, redatora e copywriter, mas também como mãe, educadora e mulher em constante processo de autoconhecimento.

Acredito que escrever é mais do que comunicar: é criar presença, gerar impacto e deixar legado.

Te convido a acompanhar meus conteúdos e, quem sabe, encontrar aqui inspiração para construir a sua própria voz com autenticidade e propósito.

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